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Na UMinho, jogamos em casa

Fazer campanha na UMinho foi diferente. Sou de Braga e estudei aqui. Não era mais um lugar, era casa.

Diogo Ferreira ·

Quatro pessoas brindando com garrafas de cerveja e uma lata no fim da tarde, perto do campus da UMinho

Fazer campanha na Universidade do Minho foi diferente. Sou de Braga e estudei aqui — na época, Engenharia de Gestão e Sistemas de Informação. Estar numa quarta acadêmica falando do BananaSplit não era mais um lugar. Era casa.

Conhecemos a cidade, a universidade e os bares. Por isso escolhemos terça e quarta, 15 e 16 de setembro: o dia esquentando e o dia em que a Braga universitária está toda na rua.

Terça, acima do Gota

Começamos à tarde no descampado acima do Gota, onde acontecem muitos trotes. Havia um fluxo constante de gente subindo e descendo. Montamos ali e o lugar fez o resto: o pessoal parava, vinha até nós, perguntava o que era aquilo.

Falávamos do BananaSplit e distribuíamos bebidas. A bebida abre a conversa. O que fica é quem quer entender como o app funciona, fala sobre a experiência com apps concorrentes e deixa ideias e feedback.

Um obrigado especial ao pessoal de Gestão. Estiveram lá com suporte, dicas e apoio.

À noite ainda fomos à área dos bares. Estava tudo parado. O pessoal se guardava para o dia seguinte.

Quarta acadêmica e Caloiro de Molho

No dia seguinte era quarta acadêmica e a festa do Caloiro de Molho, da AAUM, nas piscinas da Rodovia: tarde de atividades, trote e barulho.

As piscinas ficam perto da universidade. No caminho se passa pelo parque da Rodovia. Fomos no fim da tarde e ficamos no trajeto que os estudantes atravessam.

O tempo não ajudou. Estava ventando e esfriando. Mesmo assim pegamos grupos animados, trocamos umas ideias e fomos mirando a noite.

Cerca de uma hora depois, caixa térmica mais leve, fomos jantar. Queríamos chegar cedo aos bares da UM.

Noite no Carpe

Às 21h20 estávamos comprando gelo no Lidl de Lamaçães. Menos de meia hora depois a campanha estava na rua.

Ficamos na área do Carpe, num ponto de passagem entre o interior e a Rua Nova de Santa Cruz, a rua que termina na universidade. Começou devagar. A cada minuto a densidade subia.

A oferta era simples: quem recusa uma bebida na quarta acadêmica? Mas o que interessa mesmo é quem para para conhecer o BananaSplit.

Sempre tem gente assim. E sempre tem quem tenha empatia por a gente sair na rua para encontrar as pessoas.

Voltar para casa, com amigos

Estar em Braga foi especial. Obrigado a quem parou, perguntou e ficou conversando.

Obrigado à Ana, ao Drumz e ao Nuno por aparecerem, arregaçarem as mangas e fazerem desta campanha o que foi.

O BananaSplit não somos só eu e o Leo. É isso também: amigos, caixas térmicas no Carpe e uma quarta acadêmica na cidade onde nasci.

Esperamos voltar.


Diogo Ferreira ·

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