O Diogo Ferreira e o Leonardo Berteotti estão a construir o BananaSplit. Já fazem produtos juntos há anos. Também já foram as pessoas no grupo a tentar lembrar-se de quem pagou o jantar. O dinheiro partilhado deve ficar fora do caminho enquanto estão juntos, e ficar óbvio quando é altura de acertar contas.
Fotografia tirada em Buenos Aires
Já usámos as apps de divisão habituais durante anos. Funcionam até deixarem de funcionar: uma renda a 70/30, um talão que ninguém quer escrever, umas férias com 20 pagamentos pequenos e um pedido constrangedor.
Queríamos algo que se sentisse como os amigos realmente gastam — rápido a registar, claro a acertar, um pouco mais humano. Por isso construímos.
Somos uma equipa de duas pessoas. Os dois fazemos um pouco de tudo: engenharia, marketing, conteúdo, campanhas, suporte e o que mais for preciso.
Produto × Engenharia
Leonardo Berteotti
O Leo constrói a parte do BananaSplit que não devias notar: saldos que batem certo, divisões que não partem, e um produto que continua a parecer instantâneo quando uma viagem tem 40 despesas pequeninas.
Estudou engenharia de software no ISEC, em Coimbra, e trabalha com o Diogo desde a Gymious. No BananaSplit, cuida dos sistemas — fiabilidade, velocidade, as regras confusas que os grupos realmente usam.
Gosta de tirar a matemática complicada do dinheiro da mesa para os amigos continuarem amigos.
O Diogo é a razão pela qual o BananaSplit não parece software de contabilidade. Trabalha no cruzamento de produto, design e engenharia, onde uma divisão ou é óbvia ou parece um trabalho de casa.
Estudou Engenharia de Sistemas na Universidade do Minho e constrói com o Leo desde a Gymious. No BananaSplit, foca-se no toque que adiciona uma despesa, nas divisões por defeito que batem certo com grupos reais, e em ecrãs que mostram quem deve a quem sem uma folha de cálculo.
Liga um pouco demais aos detalhes. É esse o ponto.
O espaço das despesas partilhadas está cheio de opções. Sabemos disso. Mas, depois de anos a experimentar várias apps, nenhuma acertava mesmo no ponto. No fundo, voltava sempre a mesma inquietação: podíamos construir algo melhor.